Este blog é um espaço para discutir itens de beleza, moda, novas tendências, saúde ... tudo relacionado a esses tópicos. Então, se você vê algo ligado a esses temas, e quer publicar no Blog, pode fazê-lo sem problemas. Desta forma, informar-se mutuamente de desenvolvimentos que possam surgir, sem recorrer a milhares de fontes. É um trabalho de equipe.
OFUROS
Banho de Ofurô
Através dos tempos temos registros da utilização do Banho de Ofurô para fins medicinais e melhora geral da saúde. Os gregos invocavam a proteção de Hera, a mulher de Zeus, durante o banho e para os Hindus, banhar-se no sagrado rio Gangues em busca de purificação é parte fundamental da sua religião. Por séculos o Império Romano tinha nos banhos públicos uma das suas mais fortes tradições. Os médicos daquela época louvavam virtudes dos diferentes tipos de banho e aconselhavam o uso de óleos e essências para fins medicinais.Limites de variação da temperatura
Temperaturas variando de 10ºC a 29ºCNo banho de ofurô, essas temperaturas são usadas para estimular o metabolismo, diminuir a irritabilidade muscular, tonificar a pele, aumentar a imunidade. Só devem ser usadas por pessoas sem problemas cardíacos ou pressão arterial, pois o frio pode produzir alterações dos batimentos cardíacos e um pequeno aumento de pressão.
Temperaturas variando de 29ºC a 39ºC
Pela manhã: Banhos de ofurô matinais devem tonificar e estimular o organismo, auxiliando através da transpiração na eliminação de toxinas. As temperaturas abaixo da temperatura corporal são as mais indicadas para este propósito (em torno de 34ºC a 36ºC).
Ao anoitecer: Banhos de ofurô ao anoitecer devem ser relaxantes, aliviando a tensão, a fadiga e o stress, utilizando temperaturas próximas à temperatura corporal que não levem a mudanças fisiológicas intensas, criando um ambiente agradável (em torno de 37ºC a 39ºC).
Temperatura de 40ºC a 43
Ideal para músculos doloridos e após grandes esforços físicos. Neste banho de ofurô, sua duração deve ser curta, sendo aconselhável um período de repouso após sua utilização, devido ao seu efeito sedativo e relaxante.
Banhos Aromáticos

Durante o banho de ofurô disponibilizamos sais especialmente elaborados para potencializar os efeitos medicinais do banho.
CAMOMILA ROMANA ENERGIZANTE LAVANDA FRANCESA LARANJA ROSA
Recomendações
Não ingerir estimulantes, álcool e drogas antes do banho de ofurô;
O banho de ofurô não é recomendado para mulheres no período menstrual;
Evitar tomar banho de ofurô após as refeições pesadas. Aguardar 2 horas;
Evite tomar banho de ofurô quente, caso se sinta debilitado, com anemia;
Evite tomar banho de ofurô frio se tiver problemas respiratórios;
Não tome banhos de ofurô quentes se houver redução neurológica das sensações como perda de sensibilidade.
Evite tomar um banho de ofurô quente demais se houver um histórico de pressão alta ou doenças cardíacas. Procure um médico antes.
Fonte: www.starzen.com.br
Ofurô
Por que comprar um Ofurô?
Quando se fala em ofurô, o que vem à sua cabeça? Madeira, relaxamento, bem-estar, paz, harmonia, banho milenar... Que tal aproveitar toda a sabedoria oriental? O ofurô tem origem na milenar cultura japonesa e transforma o banho num momento de intenso prazer e relaxamento.O banho de ofurô é um refinado ritual de purificação. relaxa o corpo e a mente. É ideal para combater o desgaste físico e mental provocado pela vida moderna e agitada, sendo recomendado para o tratamento do reumatismo e da artrite, além de melhorar a circulação sangüínea.
O contato com a água envolvendo o seu corpo renova os pensamentos e recupera a energia por meio do estímulo dos óleos essenciais puros, ervas e pétalas - aromas de flores, de raízes, folhas, cascas de árvore e de frutas. Todos estes elementos utilizados no banho de ofurô reagem terapeuticamente, harmonizando o corpo, a mente e as emoções.
A água fria estimula o metabolismo e tonifica a pele. A água morna alivia a tensão nervosa, a fadiga física, e o estresse, preparando para um sono profundo. A água quente é ideal para músculos doloridos, dores em geral e após grandes esforços físicos.
O banho quente deve ser de curta duração, tem um efeito sedativo e relaxante além de contribuir para a eliminação de toxinas corporais que causam o envelhecimento, através do aumento da transpiração.
Segundo a filosofia oriental, o melhor período energético do homem é a gestação. Portanto retornar a uma situação similar com o banho de ofurô, associa esta condição de saúde e qualidade de vida. Uma sala de banho com ofurô precisa ser aconchegante e protetora, lembrar um colo de mãe, onde se pode recompor o equilíbrio.
Banheiras Ofurô
Quem já experimentou sabe como um banho de ofurô é extremamente relaxante e prazeroso. Não é à toa que o ofurô vem se tornando mais procurado a cada dia.
Para quem não conhece, o ofurô é uma tina de madeira, geralmente em formato arredondado, utilizada como uma banheira e o seu uso tem origem no Japão. No Brasil, a madeira mais utilizada para a fabricação de ofurôs é o cedro-rosa, madeira nobre e resistente que possibilita um acabamento bonito e elegante. A diferença entre o ofurô e uma banheira ocidental convencional é que o ofurô possui uma estrutura mais funda para que todo o corpo possa ficar submerso.
Mas a diferença não se limita apenas ao formato e material utilizado para sua fabricação. Aliás, além da madeira, é muito comum encontrar ofurôs feitos em fibra de vidro. A principal diferença do ofurô é o processo de banho.
Tradicionalmente utiliza-se água quente, com temperatura em torno dos 40°. A intenção não é lavar o corpo dentro da banheira, por isso, antes de entrar no ofurô, deve-se lavar e enxaguar o corpo e somente entrar no ofurô com o corpo já previamente limpo. Isso porque o costume é a família inteira aproveitar a mesma água.
Para quem não conhece, o ofurô é uma tina de madeira, geralmente em formato arredondado, utilizada como uma banheira e o seu uso tem origem no Japão. No Brasil, a madeira mais utilizada para a fabricação de ofurôs é o cedro-rosa, madeira nobre e resistente que possibilita um acabamento bonito e elegante. A diferença entre o ofurô e uma banheira ocidental convencional é que o ofurô possui uma estrutura mais funda para que todo o corpo possa ficar submerso.
Mas a diferença não se limita apenas ao formato e material utilizado para sua fabricação. Aliás, além da madeira, é muito comum encontrar ofurôs feitos em fibra de vidro. A principal diferença do ofurô é o processo de banho.
Tradicionalmente utiliza-se água quente, com temperatura em torno dos 40°. A intenção não é lavar o corpo dentro da banheira, por isso, antes de entrar no ofurô, deve-se lavar e enxaguar o corpo e somente entrar no ofurô com o corpo já previamente limpo. Isso porque o costume é a família inteira aproveitar a mesma água.
Benefícios do Ofuro
Como já sabemos, o ofurô não tem como objetivo a higiene diária. A higiene é feita fora da banheira. A razão de se banhar no ofurô é em virtude dos seus benefícios para o corpo e a mente. A imersão do corpo na água quente é ideal para aliviar o stress, o desgaste físico e mental e as dores musculares, proporcionando uma sensação de relaxamento. O banho quente também favorece garante uma boa noite de sono.Quanto custa um ofurô
Como está se tornando muito popular e procurado no Brasil, existem diversas empresas que se especializaram na confecção e comercialização de ofurôs residenciais. Uma simples busca na internet retorna vários resultados. Os preços variam muito já que os ofurôs podem ser encontrados em um infinidade de tamanhos e formatos. No geral são caros, com preços a partir de R$1.500,00 para modelos mais modestos.Banhos de ofurô são aliados na sua saúde
Artigo de Renata Fraia em: Bodycare Casa Felicidade Usamos e AmamosSaúde feminina
Após um longo dia de trabalho nada melhor que tirar os sapatos e curtir um bom banho relaxante. O que nem todo mundo sabe é que além de relaxar, a água morna combate ainsônia, alivia dores musculares e melhora o funcionamento intestinal. Os óleos para banho e sabonetes especiais são aliados da água morna no tratamento do complexo corpo e mente.
Após um longo dia de trabalho nada melhor que tirar os sapatos e curtir um bom banho relaxante. O que nem todo mundo sabe é que além de relaxar, a água morna combate ainsônia, alivia dores musculares e melhora o funcionamento intestinal. Os óleos para banho e sabonetes especiais são aliados da água morna no tratamento do complexo corpo e mente.Se esse banho for em num ofurô, os benefícios podem ser ainda melhor observados. Nesse caso abuse de espumas e sais de banho. As velas aromáticas e óleos essenciais completam essa poderosa “seção de relaxamento”.
Mas atenção: Banhos muito demorados de banheira e ofurô, sobretudo se a água estiver muito quente, devem ser evitados por quem tem problemas inflamatórios, lesões na pele e tendência a pressão baixa.
História o SPA
Há séculos que o Homem tem vindo a associar, muito sabiamente, os benefícios da água ao seu bem-estar físico, mental e espiritual. Desde os Mesopotâmios, Egípcios e Minoanos, aos Gregos, Romanos, Otomanos, Japoneses e Europeus foram várias as civilizações que emprestaram sabedoria e popularidade à prática milenar do spa, que chegou aos nossos dias com saúde para dar e vender.A própria palavra spa e todo o conceito a ela inerente remete-nos para o antigo Império Romano, onde guerreiros exaustos e lesionados procuravam alívio nos banhos quentes. Depressa começaram a construir banhos públicos onde usufruíam de tratamentos que foram baptizados com a expressão latina "salut per aque" que significa “saúde através da água”. Outros referem que a palavra spa tem a sua origem numa vila belga com o mesmo nome, também conhecida pelos seus banhos públicos relaxantes e renovadores. Existente desde o tempo dos romanos, atingiu o seu auge no século XIV, sendo ainda hoje um destino muito procurado. No entanto, já na Mesopotâmia, uma região da Ásia Menor de terras férteis e banhada pelos rios Tigre e Eufrates, se praticavam terapêuticas ligadas à água na era de 4.000 a.C. Achados arqueológicos demonstram que na época de 2.000 a.C. também os egípcios se deliciavam com os prazeres de um banho quente e regenerador. Reza a história que o primeiro jacuzzi terá sido moldado em granito para o Rei Phraortes da antiga Pérsia, por volta do ano 600 a.C. Os Gregos, por sua vez, também perceberam cedo os benefícios da água quente na procura de melhor saúde e no alívio das dores e/ou doenças. Tanto até que exploraram ao máximo as suas potencialidades, ao criarem imponentes infra-estruturas de apoio em torno das nascentes de água quente. Ponto de encontro e de convívio, os banhos públicos eram, não raras vezes, palco da vida social grega e os trabalhos escritos de grandes filósofos como Platão, Homero e Hipócrates registaram para a história estas actividades. Mas a verdade é que foram os Romanos quem elevou o spa ao seu luxo máximo. Apesar de em 25 a.C. já fazerem spa há mais de dois séculos, foi neste ano que a civilização romana, pelas mãos do Imperador Agrippa, viu construída a sua primeira grande estância termal (ou “thermae” que é a palavra grega para “calor”). Cada vez maiores e mais extravagantes, a partir desta altura, cada imperador tentava exceder os feitos do seu antecessor. As termas do Imperador Diocletian, por exemplo, tinham uma lotação para seis mil banhistas! A moda das termas romanas pegou, chegando a todo o Império Romano, desde África a Inglaterra, ganhando, pelo caminho, uma importância cada vez maior. Em poucos anos, os simples banhos públicos transformaram-se em gigantescos complexos recreativos e sociais, onde não faltavam espaços desportivos, locais para massagens, salas de convívio e de reuniões, restaurantes e até bordeis! Para além de todo o aparato e divertimento que rodeava as estâncias termais romanas, estas nunca perderam o seu verdadeiro intuito, antes aperfeiçoaram-no. Os próprios médicos passaram a receitar a prática termal, encorajando a frequência dos banhos públicos a quem procurava melhorar a saúde e viver mais tempo. A conquista de corpo e mente sã era e sempre foi o grande objectivo do spa, chegando nessa altura, a obedecer a um processo muito próprio, com espaços condizentes bem definidos. Os aquistas entravam para o vestiário (“apodyterium”), seguindo para a “palaestra” onde iniciavam exercícios de aquecimento. Seguiam-se três salas distintas – “tepidarium” (sala de banhos tépidos), “praefurnium” (local das fornalhas que aqueciam a água e o ar) e “caldarium” (espaço dos banhos de água quente) – que, para além dos banhos, incluíam rituais de esfoliação e massagem com óleos apropriados. A experiência termal terminava no “frigidarium” com um mergulho em águas frias e a recuperação efectuava-se no “sudatorium” (um tipo de sauna) ou na biblioteca (tida como local de relaxamento). A queda do Império Romano e a introdução do Cristianismo – que não tolerava o nudismo, nem a promiscuidade – colocou um ponto final nas práticas termais. No entanto, ainda hoje é possível ver e visitar ruínas de antigos banhos romanos, em países tão diferentes como Algéria, Bulgária, França, Espanha, Portugal, Reino Unido, Alemanha, Hungria, Itália, Roménia, Turquia, Líbia e Holanda, entre outros. Entretanto, também outros povos haviam descoberto o prazer das águas. A primeira nascente de água quente japonesa (“onsen”) foi descoberta em 737 d.C. e, desde então, a cultura termal tornou-se uma tradição asiática. Com vários séculos de existência, os "ryokens", com excelentes ofertas de alojamento e restauração, jardins zen, banhos interiores e exteriores, conquistaram desde logo muitos adeptos. Igualmente conhecida é a expressão japonesa “Mizu-no-Kokoro” que significa “a mente como a água”, ou seja, em tranquilidade e em harmonia com todo o resto. Na costa do mar Báltico, nomeadamente na Finlândia, as saunas surgiram no ano 1000 d.C., dando início aos rituais de spa que ainda hoje existem e que contemplam o calor da sauna com os mergulhos em lagos gélidos... tudo acompanhado de uma boa cerveja ou vodka! Quem não conhece os banhos turcos? Criado pelos Otomanos, os “hammam” eram espaços de encontro social por excelência, oferecendo um ritual de purificação que combinava uma boa sauna com as práticas termais romanas. As próprias infra-estruturas dos “hammam” foram muito aclamadas, devido à sua magnífica arquitectura. Construído em 1556, um dos “hammam” mais famosos é o de Roxelana. Durante a Idade Média, e quando as ervas e as loções não produziam as curas desejadas, a sociedade voltou-se novamente para as propriedades terapêuticas da água. Alvo de um estudo alargado, depressa se comprovaram, por exemplo, os benefícios das águas sulfúricas no tratamento de doenças de pele ou as vantagens da água rica em sais de bromo e iodo para o tratamento da infertilidade feminina. Com a descoberta da impressão na época do Renascimento, as práticas do spa foram amplamente divulgadas e o recurso à hidroterapia cresceu exponencialmente. Foi também nesta altura, mais precisamente em 1522, que surge o primeiro livro científico sobre os poderes curativos da água. Os estudos prosseguiram durante o século XVIII, sendo estas terapias alvas de análises científicas e médicas. Com um conhecimento e difusão cada vez mais alargada, ninguém ficou indiferente aos poderes da água que mereciam e muito bem o antigo e muito proclamado "salut per aque". No entanto, os spas não eram para todos e, durante os séculos XIX e XX, estiveram reservados para as classes altas. Nos Estados Unidos a moda pegou por volta do ano 1850 com a criação do New York Saratoga Springs, um refúgio para as personalidades da época, caso de Edgar Allan Poe ou Franklin Roosevelt. O primeiro day spa – Red Door Salon – abre as suas portas em Manhattan em 1910, graças a Elizabeth Arden, que disponibiliza serviços de manicure, limpezas de pele e a famosa cera Arden. Sucedem-se a abertura de espaços semelhantes, com destaque para a inauguração, em 1958, do Golden Door Spa na Califórnia, que oferecia programas personalizados de emagrecimento e ginástica. O resto, como se diz, é história! Em Portugal, os vestígios dos antigos banhos romanos dão conta de uma prática milenar em terras lusas. Aliás, o termalismo é quase tão antigo como a própria nacionalidade, sendo que os nossos reis cedo se renderam aos seus muitos benefícios. Institucionalizada em 1892, hoje a cultura termal virou turismo de saúde e de “wellness” com ofertas que vão desde a tradicional estância termal, passando pelos modernos e luxuosos day spas ou resorts, com tratamentos para todos os gostos e carteiras.
Retirada do site http://viverspa.com/artigos/historia-spa-milhares-anos-bem-estarHidroterapia: a força da água

Enquanto prática medicinal alternativa, a hidroterapia recorre a um dos mais preciosos recursos naturais: a água. Utilizada das mais diversas formas, os tratamentos de hidroterapia podem ainda variar em termos da temperatura a que a água é aplicada. No que toca ao organismo humano, as propriedades curativas da água actuam principalmente a três níveis: nervoso, circulatório e térmico.
A ÁGUA COMO ELO UNIVERSAL
Um dos quatro elementos naturais, a água e o seu papel crucial na vida humana sempre foi reconhecido. Curiosamente, também a sua influência na saúde foi descoberta muito cedo – diz-se que já no ano 2500 a.C. a água era utilizada como forma de obter um bem-estar geral nas instalações de higiene proto-indianas, bem como nos banhos Caldeus. Uma prática que continuou a ganhar força com a antiga civilização grega, sendo que os templos de Asclépio já se situavam muito próximo das fontes de água naturais e incluíam espaços de banho. Aliás, a própria palavra hidroterapia advém do grego “hydor” (água) e “therapeia” (cura) e foi este povo que introduziu o uso dos banhos aquecidos ou resfriados como tratamento para vários males. Estes banhos terapêuticos atingiram o auge da sua popularidade com a civilização romana, reconhecida pelos seus banhos públicos que serviam não só para tratar a higiene pessoal, mas também como local de terapia. Afinal, a água possuía impressionantes propriedades medicinais que os romanos aplicaram abundantemente nas suas termas (nome dado aos seus locais de banho). Os tratamentos ministrados nestes locais – procurados por quem pretendia melhorar a saúde e viver mais tempo – foram rapidamente descritos como "salut per aque" que significa “saúde através da água”. Abreviado, obtém-se a palavra SPA e, de facto, foi no seio destas águas que se escreveu a história do SPA.
A EVOLUÇÃO DA HIDROTERAPIA
Adoptada por povos em todo o mundo, o recurso à água como forma de obter prazer e bem-estar foi entretanto banido, uma proibição que se prolongou ao longo de toda a Idade Média. A partir do século XV porém, a hidroterapia voltou a ganhar força (assim como todas as terapias naturais), tendo a publicação do primeiro livro sobre hidroterapia em 1647 – “Uma forma fácil e natural de curar a maioria das doenças" – da autoria de John Wesley, ter contribuído fortemente para esta nova divulgação. O estudo sobre esta prática ganhou um novo fôlego e os trabalhos publicados sucederam-se: "Um inquérito sobre a utilização correcta e o uso e abuso dos banhos quentes, frios e temperados" (por Sir John Floyer, 1697); e ainda um estudo sobre o uso de água fria no tratamento da varíola, escrito pelo Dr. Whright em 1779. Mas é Johann S. Hahn (1696-1773)quem ficou conhecido como o pai da hidroterapia moderna, tendo dedicado grande parte da sua prática medicinal ao estudo e aplicação desta terapêutica nos seus próprios pacientes. Seguiram-lhe as pisadas muitos outros estudiosos de renome – Vicent Pressnitz, Dr. Joel Shaw, Wilhelm Winternitz, Dr. Simon Baruch – que contribuíram para a solidificação e reconhecimento público da hidroterapia como a conhecemos hoje.
A CURA ATRAVÉS DA ÁGUA
Se uma grande parte do corpo humano é composto por água, nada mais natural do que a procura da mesma para curar o organismo. Com propriedades curativas inigualáveis, a água é uma bênção para o corpo na medida em que rejuvenesce a pele e o organismo, alivia todo o tipo de dores, tonificando o corpo e tranquilizando músculos, pulmões, coração e estômago. Em adição, estimula e fortalece os sistemas digestivo, circulatório, imunológico e endócrino. As propriedades térmicas, físicas e químicas da água agem como um fio condutor das suas temperaturas quentes e frias e o corpo reage instintivamente a estes estímulos. O poder curativo da hidroterapia está assente em dois efeitos principais – o mecânico e o termal. A temperatura a que está a água quando aplicada depende do problema em questão e do tratamento escolhido para o curar. Em termos mecânicos, o corpo também reage de forma instintiva porque as características estáticas e dinâmicas da água permitem que sejam realizados movimentos sem forças gravitacionais reduzidas, ou seja, o corpo movimenta-se mais fácil e livremente dentro do que fora de água.
QUENTE VS. FRIA
Na Hidroterapia, a água utilizada tanto pode ser quente, como fria ou então uma combinação das duas. Se, por um lado, o calor gerado por águas aquecidos acalma e relaxa o corpo, a frescura das águas geladas é o ideal para estimular e revigorar o organismo. A própria água pode ser aplicada no corpo de várias maneiras: imersões completas ou parciais, jactos de água, duches, massagens, movimentos realizados dentro de piscinas ou tanques, compressas ou inalações.
TERAPIA MULTIFACETADA
Actualmente, a Hidroterapia já ganhou diversas facetas, sendo aplicada em estâncias termais ou hidrominerais, em spas, ginásios, clínicas de fisioterapia e de reabilitação. As três principais divisões da Hidroterapia são:
- Hidrotermoterapia: o tratamento incide mais na temperatura da água(envolvimentos, compressas, banhos quentes/frios e de contraste, sauna).
- Hidromecanoterapia: o tratamento recorre ao efeito mecânico e térmico em simultâneo, nomadamente através da aplicação de jactos de água dirigidos às zonas do corpo afectadas(hidromassagem, duche, turbilhão).
- Hidrocineticoterapia: o tratamento utiliza a redução da acção da gravidade sobre os corpos imersos para facilitar a cinesioterapia, ou seja, trata-se de uma cura através do movimento (piscina terapêutica e tanque de Hubbard).
Existem, no entanto, mais sete subclassificações da Hidroterapia:
- Hidromassagem: o tratamento recorre ao efeito mecânico e térmico em simultâneo, nomadamente através de um processo de turbilhonamento e de bolhas.
- Hidroginástica: o tratamento requer a realização de movimentos mecânicos e coordenados dentro de água, com o intuito de fortalecer a massa muscular e tonificar o corpo.
- Balneoterapia: o tratamento recorre às águas naturais, onde são dissolvidas, de forma natural, substâncias várias, conforme o problema a tratar. Em alternativa, utilizam-se águas onde são dissolvidas, de forma artificial, substâncias várias.
- Hidroterapia de efeito interna: os tratamentos que recorrem às águas minerais.
- Hidroterapia de efeito externo: todos os outros tratamentos.
- Hidroterapia de acção geral: tratamento vocacionado para cuidar de todo o corpo.
- Hidroterapia local ou parcial: tratamento vocacionado para cuidar de zonas do corpo específicas.
POSOLOGIA E RESTRIÇÕES
A Hidroterapia está indicada para pessoas de todas as idades, excepto os diabéticos, pessoas que sofrem de esclerose múltipla e de pressão arterial muito alta ou baixa, assim como as grávidas, que devem evitar tratamentos quentes no corpo e banhos de imersão. Quem sofre de reumatismo, inflamações pélvicas ou perturbações de bexiga deve evitar os banhos frios. Para além disso, é importante salientar que os idosos e as crianças podem sentir-se cansadas ou enfraquecidas com tratamentos que requerem calor excessivo.
Regra geral, a Hidroterapia é recomendada para aliviar e curar os seguintes problemas:
- Alívio de dor e espasmos musculares
- Melhoramento do movimento das articulações
- Fortalecimento muscular e treino de resistência
- Melhoria da circulação sanguínea
- Reeducação dos músculos paralisados
- Melhoria das vias respiratórias
- Manutenção e melhoramento do equilíbrio corporal, coordenação e postura
- Estimulação da percepção visual
- Relaxamento físico e emocional
- Combate ao stress
Dicas e receitas para fazer do banho um acontecimento especial
Repetido diariamente, tomar banho é hoje um gesto banal, que compreende desde os cuidados com a higiene e saúde, o complemento para tratamentos estéticos até a busca pelo bem-estar. Mas, entre o pingar da primeira gota e o abraço final da toalha, há pelo menos 4 mil anos de história.
"Cada civilização e cada época teve o seu banho, e cada banho teve um sentido diferente. O modo como nos banhamos hoje e por que fazemos isso é a combinação do tempo sobre todas essas experiências" , define a jornalista.
A seguir, Roberta Faria dá dicas e receitas valiosas para você transformar o banho em um delicado ritual, capaz de revigorar o corpo e a alma.
Vá tomar banho! 1. Prepare o ambiente. Coloque uma música para tocar e espalhe velas pelo banheiro para dar um clima aconchegante. Garanta a temperatura agradável do local. No inverno, é aconselhável ligar um aquecedor minutos antes do banho
2. Óleos essenciais penetram mais facilmente na pele em banhos quentes, pois o calor dilata os poros e ativa a circulação. Os aromas também são facilmente absorvidos pela mucosa nasal e rapidamente absorvidos pela corrente sangüínea
3. Se você é fã número 1 da água pelando, no verão ou no inverno, saiba que banhos quentes são os mais indicados para a noite, pelo calor duradouro que produzem e o efeito relaxante. Nos Spas a temperatura da água não ultrapassa os 40º C
4. Banhos mornos de imersão têm efeito calmante. São recomendados para combater a insônia e ansiedade.
5. Duchas de água fria, fortes e rápidas aceleram a circulação e ajudam a tonificar a pele
6. Banhos de temperatura alternada melhoram a circulação, tonificam a pele e energizam. O ideal é intercalar jatos de água quente à ducha fria por apenas alguns segundos. Termine com um banho frio para conferir efeito estimulante
7. Intensamente perfumados, os óleos essenciais carregam o conteúdo aromático de plantas e ervas. Podem tornar o banho mais relaxante ou estimulante, conforme a combinação escolhida. Camomila, cedro, violeta, lavanda, rosa e manjerona têm efeito relaxante. Os antiestressantes ficam por conta dos aromas de baunilha, manjericão, laranja, patchuli e lima. Alecrim, bergamota, eucalipto, gengibre, menta e capim-limão promovem sensação estimulante. Para um banho caliente, aposte no poder afrodisíaco de jasmim, sálvia, sândalo, rosa e do ilangue-ilangue. "Fora as propriedades, o mais importante de tudo é escolher um cheiro que seja agradável" , aconselha a jornalista.
8. Para evitar reações desagradáveis, recomenda-se diluir os óleos essenciais em óleos carreadores (de semente de uva, de jojoba, e de gérmen de trigo), praticamente inodoros, antes de adicioná-los à água. A ação dos óleos pode durar cerca de oito horas. Basta enxugar a pele delicadamente, cuidando para não removê-lo totalmente com a toalha. Se você não goza de uma bela jacuzi para derramar os óleos, isso não é problema. Pingue algumas gotas do óleo em uma gaze e a envolva em uma trouxinha com outra gaze; prenda com um barbante e amarre no chuveiro. Quando a água passar pelo saquinho aromático, o efeito será o mesmo. "Outra opção é usar aquelas bolinhas de metal, próprias para fazer chá, e enchê-las as folhas da planta. Com o passar da água quente, o efeito será de uma grande infusão" , sugere Roberta.
9. Faça do banho programado um a acontecimento especial. Procure usar produtos que você não costuma usar no dia-a-dia. Sua memória ficará atiçada com os cheiros que te fazem bem.
10. Procure tomar o banho em uma hora tranqüila, para depois poder deitar e descansar. "Esqueça cremes, a escova do cabelo. Não transfome esse momento em num ritual cheio de exigências" , aconselha a autora.
Mergulhe nessas receitas poderosas
Para amaciar e suavizar a pele ½ xícara (chá) de mel líquido
3 xícaras (chá) de leite em pó integral
5 gotas de óleo essencial de rosa
5 gotas de óleo essencial de ilangue-ilangue
Misture todos os ingredientes em uma jarra e despeje aos poucos na água da banheira. Mexa para dissolver e relaxe por 20 minutos
Para descansar
2 colheres de sopa de óleo carreador
8 gotas de óleo essencial de manjerona
½ xícara (chá) de folhas frescas de manjericão
½ xícara (chá) de folhas frescas de alecrim
½ xícara (chá) de folhas frescas de sálvia
4 xícaras de água fervente
Misture o óleo essencial de manjerona com o carreador. Pique delicadamente as ervas para liberar seus aromas. Adicione-as à água fervente e deixe descansar por 20 minutos. Encha a banheira, misture a infusão e o óleo à água. Relaxe por 30 minutos.
Para seduzir 6 gotas de óleo essencial de sândalo
6 gotas de óleo essencial de ilangue-ilangue
Pétalas frescas de rosas vermelhas e brancas
Acenda velas perfumadas e coloridas em tons quentes como rosa, laranja e carmim. Coloque na banheira uma densa espuma de banho. Dilua os óleos essenciais na água e espalhe as pétalas de rosa.
"Cada civilização e cada época teve o seu banho, e cada banho teve um sentido diferente. O modo como nos banhamos hoje e por que fazemos isso é a combinação do tempo sobre todas essas experiências" , define a jornalista.
A seguir, Roberta Faria dá dicas e receitas valiosas para você transformar o banho em um delicado ritual, capaz de revigorar o corpo e a alma.
Vá tomar banho! 1. Prepare o ambiente. Coloque uma música para tocar e espalhe velas pelo banheiro para dar um clima aconchegante. Garanta a temperatura agradável do local. No inverno, é aconselhável ligar um aquecedor minutos antes do banho
2. Óleos essenciais penetram mais facilmente na pele em banhos quentes, pois o calor dilata os poros e ativa a circulação. Os aromas também são facilmente absorvidos pela mucosa nasal e rapidamente absorvidos pela corrente sangüínea
3. Se você é fã número 1 da água pelando, no verão ou no inverno, saiba que banhos quentes são os mais indicados para a noite, pelo calor duradouro que produzem e o efeito relaxante. Nos Spas a temperatura da água não ultrapassa os 40º C
4. Banhos mornos de imersão têm efeito calmante. São recomendados para combater a insônia e ansiedade.
5. Duchas de água fria, fortes e rápidas aceleram a circulação e ajudam a tonificar a pele
6. Banhos de temperatura alternada melhoram a circulação, tonificam a pele e energizam. O ideal é intercalar jatos de água quente à ducha fria por apenas alguns segundos. Termine com um banho frio para conferir efeito estimulante
7. Intensamente perfumados, os óleos essenciais carregam o conteúdo aromático de plantas e ervas. Podem tornar o banho mais relaxante ou estimulante, conforme a combinação escolhida. Camomila, cedro, violeta, lavanda, rosa e manjerona têm efeito relaxante. Os antiestressantes ficam por conta dos aromas de baunilha, manjericão, laranja, patchuli e lima. Alecrim, bergamota, eucalipto, gengibre, menta e capim-limão promovem sensação estimulante. Para um banho caliente, aposte no poder afrodisíaco de jasmim, sálvia, sândalo, rosa e do ilangue-ilangue. "Fora as propriedades, o mais importante de tudo é escolher um cheiro que seja agradável" , aconselha a jornalista.
8. Para evitar reações desagradáveis, recomenda-se diluir os óleos essenciais em óleos carreadores (de semente de uva, de jojoba, e de gérmen de trigo), praticamente inodoros, antes de adicioná-los à água. A ação dos óleos pode durar cerca de oito horas. Basta enxugar a pele delicadamente, cuidando para não removê-lo totalmente com a toalha. Se você não goza de uma bela jacuzi para derramar os óleos, isso não é problema. Pingue algumas gotas do óleo em uma gaze e a envolva em uma trouxinha com outra gaze; prenda com um barbante e amarre no chuveiro. Quando a água passar pelo saquinho aromático, o efeito será o mesmo. "Outra opção é usar aquelas bolinhas de metal, próprias para fazer chá, e enchê-las as folhas da planta. Com o passar da água quente, o efeito será de uma grande infusão" , sugere Roberta.
9. Faça do banho programado um a acontecimento especial. Procure usar produtos que você não costuma usar no dia-a-dia. Sua memória ficará atiçada com os cheiros que te fazem bem.
10. Procure tomar o banho em uma hora tranqüila, para depois poder deitar e descansar. "Esqueça cremes, a escova do cabelo. Não transfome esse momento em num ritual cheio de exigências" , aconselha a autora.
Mergulhe nessas receitas poderosas
Para amaciar e suavizar a pele ½ xícara (chá) de mel líquido
3 xícaras (chá) de leite em pó integral
5 gotas de óleo essencial de rosa
5 gotas de óleo essencial de ilangue-ilangue
Misture todos os ingredientes em uma jarra e despeje aos poucos na água da banheira. Mexa para dissolver e relaxe por 20 minutos
Para descansar
2 colheres de sopa de óleo carreador
8 gotas de óleo essencial de manjerona
½ xícara (chá) de folhas frescas de manjericão
½ xícara (chá) de folhas frescas de alecrim
½ xícara (chá) de folhas frescas de sálvia
4 xícaras de água fervente
Misture o óleo essencial de manjerona com o carreador. Pique delicadamente as ervas para liberar seus aromas. Adicione-as à água fervente e deixe descansar por 20 minutos. Encha a banheira, misture a infusão e o óleo à água. Relaxe por 30 minutos.
Para seduzir 6 gotas de óleo essencial de sândalo
6 gotas de óleo essencial de ilangue-ilangue
Pétalas frescas de rosas vermelhas e brancas
Acenda velas perfumadas e coloridas em tons quentes como rosa, laranja e carmim. Coloque na banheira uma densa espuma de banho. Dilua os óleos essenciais na água e espalhe as pétalas de rosa.
Banho quente ajuda a emagrecer
Alguns meses atrás eu postei uma dica de perda de peso, intitulado "Banhos quentes podem queimar calorias extra"No artigo, eu resumo que a imersão em um banho quente, seu coração bate mais rápido, e assim você queimar algumas calorias extra. Mas naquele tempo eu tentei transmitir que só queimar apenas uma pequena quantidade, não em grande quantidade.
Estou repensando isso agora.
Por exemplo, ontem eu enchi a banheira com água quente (não muito quente, mas só quentes o suficiente para o meu gosto, cerca de 100 graus F), e embebido nele por 40 minutos. Como o meu aumento da temperatura corporal, a minha frequência cardíaca aumentada. Não muito tempo depois, eu trabalhei um suor.
Depois disso, eu esfriado por mais de drenagem da água e recarga a banheira com água fria. Eu, então, embebidos em que cerca de 10 minutos.
Acabei perdendo 3 £ naquele dia!
Agora, a perder três quilos em um dia, eu tenho que queimar 10500 calorias (1 libra = 3.500 calorias). Em cima disso, eu consumiu cerca de 1.000 calorias nesse dia. E eu realmente não fiz quaisquer exercícios além de trabalhar na minha moto naquela tarde.
Concedido, eu tenho um metabolismo elevado para começar com.
Mas eu acho que a imersão em um banho quente faz mais do que simplesmente aumentar o seu ritmo cardíaco. Deve aumentar o seu metabolismo de alguma maneira, e depois mantém funcionando a uma taxa elevada de horas depois.
Gostaria também de saber se a drenagem da água quente e imediatamente encher novamente com água fria faz nada demais?
Eu não quero sugerir que você vai perder 3 quilos em um dia fazendo isso.Você só pode perder 1 libra, ou quarto de uma libra. Quem sabe, cada pessoa é diferente.
Mas eu gostaria de incentivar os leitores a testar esta ao longo de um período de tempo e veja se você encontrar resultados semelhantes, ou pode descobrir alguns padrões.
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